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Blog Dois Pernods

Coisas de ser efêmero



Não sei, de mim, outra coisa que desejo:

Sorrir no fardo,

Chorar no êxito .

Almejo, dos amigos, coisas simples.

Do amor, encantamento.

De mim mesmo, outros dias... Nada mais.

Durmo e acordo no que faço,

Envolto nos laços que me revelam coisas de ser...

Coisas de ser outros que não eu,

De ser humano, humano e humano.

De ser dia e noite,

Fogo e água,

Vento e brisa da madrugada,

Coisas de ser efêmero.

Já errei tanto... E tantas vezes...

Que não sei mais, de mim,

Onde fica o fim e o começo.

Sei que tudo que há dentro desse ser, é o que é.

E lá, no lugar mais profundo de mim mesmo,

Não há nada que desconheço.

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